Oh amado meu, em que os céus habita, sei que coisas foram feitas para não serem explicadas, em que só o seu tempo divino irá revelar, porem ainda me pergunto algo que a ciência crê que se explica, mas que vindo de minha alma me implica.Em uma palavra se resume, em vários sentimentos não se define, é como a chuva que nos molha no de repente, o nascer do sol tranquilo que pela manhã nos toca, é quase uma charada, que somente a ti cabe explicar, é o amor, quatro letras, sentimentos, uma incógnita; que me inspira, que me respira.
Pergunto a este amor como foi surgir, se a ti nunca a palavra me coube, nem o prosear do olhar, mas o sorriso me roubou, como a manhã que rouba a noite, tento não cutucar meus pensamentos, muito menos meu coração enganoso,mas quando me distraio...
Lá vem meu amor chegando novamente para me roubar do mundo, fazendo surgir as pequenas interrogações da minha ciência sobrenatural e questionável, me intrigando.
E se o amor não querer a mim?, então direi ao amor em mim que espere, que apenas descanse no tempo, pois ainda não é tempo para que o faça, sendo assim, agora o broto amor no jardim se encontra, aguardando a primavera.